Muitas vezes, nos deparamos com pessoas
E essas pessoas não são exatamente pessoas
Umas até são, mas outras não
Pode ser que sejam, mas não as considero exatamente assim
Até porque costumam agir como animais irracionais
Uma estupidez que reside nelas!
Devido a tanto desgosto que temos
Estou pensando em evitar
Ou quem sabe me abster
Cada vez que uma estupidez é dita -
Uivam as pessoas estúpidas, digo eu -
Lhes diria mil argumentos e seria em vão.
Ou, quem sabe,
Seria o caso de mandar-lhe fotos do Gonzo!
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Microconto: após a morte, vamos para onde acreditamos ir
Não sabia ler direito e escrevia cheio de erros ortográficos, mas era boa pessoa. Quando morreu, foi para o sel.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Rascunho ou boceto?
O texto que apresento na sequência é um rasconha, digo, rascunha, ou melhor, um boceto, como dizem os hispânicos, do que será ou seria uma letra para uma música. Como careço de tempo, é possível que nunca venha a ser composta, mas queria compartilhar. E estou compartilhando em todos os aspectos: o leitor ou a leitora que se interessar em musicar tal porcaria, tem total liberdade. Não precisa me pagar nada por isso. Porém, caso eu não seja citado como autor e este blog não apareça nos créditos, fique avisado que vou processar e pedir indenização!
Leia,
leia o que está aqui
nesta
quarta carta
Leia,
leia o que escrevo sobre tudo
sobretudo
o que
você parou pra pensar?
Quando você sua,
sua mão
passa pelos pelos
pelos polos
do meu porto
quando você ouve
- o que houve?
pensa e dispensa
finge que não vê
e ponto.
Quando você disse
que dispensa o que
eu disse
Leia
enquanto você sua
seu olor invade este
papel
Leia
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Poema atonal
Engasgo com tua voz
extrema imersão
desesperada
com doze tons que
organizam a bagunça
no meu pensamento
atonal
atual, como a poesia
morta
pelos sons que
nasceram organizados
os doze irmãos
vão e voltam, verso
e inverso
e a matemática
que multiplica
divide
e subverte
irmãos subversivos
que me engasgam com
tua voz
atual, como poesia
morta
que subverte
os sons que nasceram
organizados
extrema imersão
desesperada
divide
a matemática
vão e voltam, verso
e inverso
no meu pensamento
atonal
que multiplica
os doze irmãos
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
No espelho, me espalho
A Lúcia alucinada
perdeu o tempo com o
Pedro
e o Mauro mal roeu
um biscoito
já quebrou o dente
do alho e óleo da
massa al dente
com os champignons
que Lúcia preparou
pra alucinar Alice
e também Alice
alucina Lúcia
- e a Lúcia a luzir
com o tempero do
Pedro
e a Kelen que perdeu
o Tino
enquanto eu ficava
aqui
com isso tudo e sem
nada,
procurando bosta de
zebu depois da chuva
e no espelho me espalho
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Multipluripan
não sou chegado no mercado
pois sou marcado até dizer chega
pelas teorias que me deixam cega
e a tica crítica me t'enfadado
nem planejo um dia ser publicizado
- no vai e vem a vida me renega
com os filhos do chão que os desemprega
injustamente rejeitados
pra que tanto confete, regua e metro
se a quantidade só interessa
quando da matéria certa?
pra que fingir que eu soneto
se não sou neto de Gregório?
talvez a masculina pressa
pois sou marcado até dizer chega
pelas teorias que me deixam cega
e a tica crítica me t'enfadado
nem planejo um dia ser publicizado
- no vai e vem a vida me renega
com os filhos do chão que os desemprega
injustamente rejeitados
pra que tanto confete, regua e metro
se a quantidade só interessa
quando da matéria certa?
pra que fingir que eu soneto
se não sou neto de Gregório?
talvez a masculina pressa
Celeste, se leste
ando muito barroco
oco no meio dos extremos externos
do esterno, osso que ora
a cada hora, cada penhora
cada senhora que desce a mão
uma freira que me desse a mão
que me fizesse decolar
ir do mar às nuvens
paro no escuro, claro
perdido pelos entalhes
nas cornijas me desequilibro
pouco rococó rouco
Celeste, se leste este poema
e não entendeste, é porque ele deveria estar em braile
oco no meio dos extremos externos
do esterno, osso que ora
a cada hora, cada penhora
cada senhora que desce a mão
uma freira que me desse a mão
que me fizesse decolar
ir do mar às nuvens
paro no escuro, claro
perdido pelos entalhes
nas cornijas me desequilibro
pouco rococó rouco
Celeste, se leste este poema
e não entendeste, é porque ele deveria estar em braile
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Ida e volta
Olá! Tem alguém aí?
Deste lado, tem. Ou melhor, talvez tenha. Ou pior, talvez não tenha. É... acho que não tem.
É o benefício da dúvida
E o benéfico da dívida.
Ou a dádiva de Benfica
Que bem fica em Portugal, ou na Suíça, e não aqui, na Suíça, com seus belos alpes e matreiros bancos, onde acho que não tem ninguém.
Ou, melhor, talvez não tenha. Ou, pior, talvez tenha. Acho que tem!
Então, pare já de fazer perguntas!
Deste lado, tem. Ou melhor, talvez tenha. Ou pior, talvez não tenha. É... acho que não tem.
É o benefício da dúvida
E o benéfico da dívida.
Ou a dádiva de Benfica
Que bem fica em Portugal, ou na Suíça, e não aqui, na Suíça, com seus belos alpes e matreiros bancos, onde acho que não tem ninguém.
Ou, melhor, talvez não tenha. Ou, pior, talvez tenha. Acho que tem!
Então, pare já de fazer perguntas!
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